A Campo Limpo, empresa brasileira de reciclagem de embalagens de defensivos agrícolas, projeta investir R$ 140 milhões nos próximos três anos, segundo o presidente da empresa, Marcelo Okamura.
O objetivo da empresa, que realiza a reciclagem de embalagens vazias devolvidas pelos agricultores, é ampliar e otimizar a produção de resinas, embalagens e tampas feitas a partir de plástico reciclado. Entre os principais destinos do investimento está a instalação de uma nova sopradora, equipamento responsável por transformar o material reciclado em novas embalagens.
Em 2026, a prevê crescimento de produção superior a 12%, impulsionado pela demanda do agronegócio, especialmente nas culturas de soja, milho, cana-de-açúcar e algodão.
Em 2025, a Campo Limpo investiu cerca de R$ 20 milhões e encerrou o ano com faturamento aproximado de R$ 500 milhões, resultado 15% superior ao registrado em 2024. No período, foram produzidas cerca de 16 milhões de embalagens recicladas.
No ano passado, a produção de embalagens avançou 12%, enquanto a fabricação de tampas cresceu mais de 25% e a de resina reciclada aumentou 30% em relação a 2024. Segundo Okamura , as máquinas da fábrica operaram com 100% de ocupação, sete dias por semana.
